Carlos, meu colega de trabalho, fez sinal de negativo e me recomendou Dom Quixote quando eu cheguei no escritório com um livro sobre um cara e seu cachorro. Na verdade, quando me perguntaram qual era o assunto do livro, eu respondi que John Grogran, jornalista norte americano, tinha um cachorro e resolveu escrever sobre ele.Não sabia até aí que essa história era tão mais do que isso. É sim, ele tinha um cachorro e escreveu sobre o cachorro. Mas pra quem tem um amigo do tipo cachorro ou gato sabe como é que funciona isso. Não é somente um bicho. É um companheiro que tá no seu pé enquanto você escova os dentes. Que te acorda quando você tem um compromisso de manhã cedo (sim... Amélie faz isso) e deita no seu colo quando você chega do trabalho, te pedindo um cafuné.
Pessoal... o negócio é o seguinte. Tem uma música que eu ouço vez em quando dizendo que "tudo na vida se acaba, tudo na vida tem fim. As flores passam depressa, quem fica somente é o jardim" (Naná e Nonô). Acho que, assim como alguns outros livros que já li, a grande lição de Marley e Eu é que na vida não existe ensaio. A vida é o tempo presente. O tempo da vida é um presente. Aproveitem.
Vamos fazer um acordo? Você que ta lendo essa postagem, pega o telefone e liga pra um amigo seu. Pode ser parente que você não fala a algum tempo também. Perca tempo não.
Se ligar deixa um comentário me dizendo que ligou ;) [pausa pro telefone] [não atende] [agora! yeah!] Pra não dizer que fiquei de fora, liguei pra meu brother Marcelo Gandhi. Gente boa. Agradeceu a lembrança rsrs.
Fica minha recomendação. Já saiu o filme também, vou assistir depois. Mas prefiro incentivar a prática da leitura. Marley e Eu de John Grogan. Consegui numa promoção do Bompreço por R$ 9,90. Boa sorte.
P.s.: Pra quem não entendeu o título, eu "crio" umas pimenteiras em casa por quem eu tenho alguma simpatia. Planta sensível e muito forte ao mesmo tempo.

